
SANGUE NATIVO ÀS MARGENS DO HOVY
Depois de quinhentos anos o povo nativo do Brasil continua sendo massacrado e extirpado de suas terras e seus direitos. Não venham falar que eles são selvagens, não venham falar que eles são preguiçosos, n
ão
venham falar que eles são o passado, não venham falar que eles deviam
se calar, porque eles são donos por origem de todas as terras
brasileiras.
Enquanto isso a sociedade brasileira e a “justiça Federal”, e coloco sim a justiça em minúsculo por ela nunca estar vendada, vem há séculos no Brasil replicando o modelo europeu de extermínio aos povos indígenas que sempre foram os donos reais de quaisquer terras da América.
Não condenem o último suspiro de um povo angustiado, já que anunciaram um suicídio coletivo de 170 homens, mulheres e crianças se a “justiça Federal Brasileira” autorizar o um atentado terrorista violento as margens do rio Hovy em Naviraí, Rio Grande do Sul.
Quem sabe assim nossas mentes virem-se as margens do rio de Naviraí e enxerguemos o vermelho do Sangue Nativo derramado sobre os arbustos arroxeados das pequenas arvores que deram nome a essa cidade. Quem sabe assim acordemos outra vez os mártires que lutaram por justiça em terras indígenas de nosso território varonil.
Terra de escrotos. Reconstruo assim parte da letra do poeta Cazuza: “Grande pátria dos importantes, em nenhum instante eu vou te trair", porque suicidar-se coletivamente não será uma traição e sim um cumprimento de sentença da “justiça Federal Brasileira”.
Todo meu respeito ao povo indígena da aldeia Guarani-Kaiowá, os verdadeiros brasileiros.
Enquanto isso a sociedade brasileira e a “justiça Federal”, e coloco sim a justiça em minúsculo por ela nunca estar vendada, vem há séculos no Brasil replicando o modelo europeu de extermínio aos povos indígenas que sempre foram os donos reais de quaisquer terras da América.
Não condenem o último suspiro de um povo angustiado, já que anunciaram um suicídio coletivo de 170 homens, mulheres e crianças se a “justiça Federal Brasileira” autorizar o um atentado terrorista violento as margens do rio Hovy em Naviraí, Rio Grande do Sul.
Quem sabe assim nossas mentes virem-se as margens do rio de Naviraí e enxerguemos o vermelho do Sangue Nativo derramado sobre os arbustos arroxeados das pequenas arvores que deram nome a essa cidade. Quem sabe assim acordemos outra vez os mártires que lutaram por justiça em terras indígenas de nosso território varonil.
Terra de escrotos. Reconstruo assim parte da letra do poeta Cazuza: “Grande pátria dos importantes, em nenhum instante eu vou te trair", porque suicidar-se coletivamente não será uma traição e sim um cumprimento de sentença da “justiça Federal Brasileira”.
Todo meu respeito ao povo indígena da aldeia Guarani-Kaiowá, os verdadeiros brasileiros.

