Irei ver
a luz cruzar a escuridão sobre os olhares incrédulos dos "robôs",
irei presenciar a vitória do bem, sobre a lógica perversa dos
"bonecos", pois a tempestade trás a água: Néctar da vida. Nos
espinhos vis surgem as flores.
Irei
agradecer a paciência de esperar o absurdo, pois dele surgirá a plenitude,
mesmo que esperar o nada seja ao menos meu aprendizado. Pois sou fruto de meus
erros e acertos e não seria o que sou, sem ambos.
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